CRESCIMENTO

Pará registra superávit de US$ 21,5 bilhões e mantém terceira maior balança comercial do País em 2025

Estudo da Fapespa consolida dados estratégicos para o planejamento municipal e a atração de novos investimentos

Por Manuela Oliveira (FAPESPA) 



O Pará manteve posição de destaque no comércio exterior brasileiro em 2025, ao registrar superávit de US$ 21,5 bilhões na balança comercial, o terceiro maior do País, atrás apenas do Mato Grosso e de Minas Gerais. O resultado representa crescimento de 2,6% em relação a 2024 e reforça o protagonismo do Estado nas exportações nacionais, impulsionado principalmente pelos setores mineral e agropecuário.

Os dados são resultado do Boletim de Comércio Exterior do Pará 2025, estudo elaborado pela Diretoria de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas e Análise Conjuntural (Diepsac), da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa). O estudo foi publicado na última sexta-feira (15), e está disponível no site da Fapespa.

Para o diretor responsável pelo estudo, professor Márcio Ponte, o Boletim do Comércio Exterior 2026 é o documento mais atualizado do Brasil sobre as exportações e importações paraenses: “O presente Boletim, elaborado pela nossa Diretoria de Estudos da Fapespa, apresenta o panorama do comércio exterior paraense e elenca suas principais potencialidades, com destaque para o minério de ferro, alumina e cobre, na indústria; e nas carnes desossadas e soja, na agropecuária; sendo a nossa a terceira maior balança comercial do Brasil. Nesse sentido, o Boletim consiste em mais uma entrega do governo do Pará para Estado e municípios poderem se planejar e executar projetos voltados para suas vocações socioeconômicas e ambientais, e mesmo atrair mais e novos investimentos privados para geração de empregos, renda e riquezas para as cidades paraenses, já que dez delas concentram a quase totalidade da nossa capacidade exportadora”.

Segundo o estudo, o Pará também alcançou US$ 24,2 bilhões em exportações no ano passado, crescimento de 5,4% em relação a 2024, desempenho acima da média nacional, que ficou em 3,5%. Com isso, o Estado passou a ocupar a quinta posição entre os maiores exportadores do Brasil, respondendo por 7% das vendas externas do País.

Dessa forma, a pauta exportadora paraense permaneceu concentrada no setor mineral. O minério de ferro liderou as exportações, com US$ 11,6 bilhões e participação de 48% no total exportado pelo Estado. Na sequência, aparecem os minérios de cobre, com US$ 3,6 bilhões; e a alumina calcinada, com US$ 1,9 bilhão, correspondendo o cobre por 14,8% das exportações, seguido pela alumina, com participação de 7,8%.

Além dos minerais, produtos do agronegócio também ganharam espaço. As exportações de carnes bovinas desossadas cresceram 70,3%, alcançando US$ 1,2 bilhão, enquanto a soja registrou alta de 6,9%, somando US$ 1,6 bilhão.

Exportações - Os dados mostram ainda forte concentração territorial das exportações, revelando que cerca de 90% das vendas externas do Pará tiveram origem em apenas dez municípios. Canaã dos Carajás permaneceu como principal município exportador do Pará, com US$ 6,6 bilhões em vendas externas, o equivalente a 27% do total estadual. Parauapebas ficou em segundo lugar, com US$ 5,3 bilhões, seguido de Barcarena, com US$ 3,4 bilhões.

Marabá foi um dos destaques do ano ao registrar crescimento de 22,6% nas exportações, alcançando US$ 3,2 bilhões. Já Itaituba apresentou a maior alta percentual do ranking, com expansão de 132,2%.

O Boletim de Comércio Exterior do Pará 2025 também revelou que a China manteve a liderança entre os principais destinos das exportações paraenses, absorvendo US$ 11 bilhões em produtos do Estado, o equivalente a 45,6% do total exportado. Malásia e Estados Unidos aparecem na sequência. Entre os produtos vendidos ao mercado chinês, destacam-se minério de ferro, soja, carne bovina, sulfetos de cobre e ferroníquel.

Europa - O estudo também aponta crescimento da demanda europeia por produtos paraenses. As exportações para a Europa cresceram 17,5% em 2025, enquanto os embarques destinados à União Europeia avançaram 10,8%.

Importações - Em relação às importações, estas também apresentaram crescimento expressivo em 2025. O Estado importou US$ 2,7 bilhões, alta de 33,7% em relação ao ano anterior. Barcarena liderou as importações, respondendo por 40,4% do total estadual, seguida por Belém. Marabá, Parauapebas e Santarém também apresentaram crescimento significativo.

O principal produto importado foi o gasóleo (óleo diesel), oriundo principalmente da Rússia, que somou US$ 316,5 milhões. Também se destacaram o gás natural liquefeito importado dos Estados Unidos e fertilizantes vindos do Canadá, Marrocos e Egito.

Os Estados Unidos permaneceram como principal origem das importações paraenses, com participação de 32% do total, seguidos por Rússia e China.

Economia paraense mantém perfil exportador
 
O Boletim de Comércio Exterior do Pará 2025 destaca ainda que a economia paraense segue dependente do comércio exterior. Em 2023, a proporção das exportações em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do Estado alcançou cerca de 43,6%, percentual muito acima da média brasileira, de 15,5%.

A partir da análise dos dados, o estudo aponta que o desempenho atual dos dados de comércio exterior confirma a relevância estratégica do Pará no comércio internacional de commodities minerais e agropecuárias, mas também reforça a necessidade de ampliar a diversificação produtiva e agregar valor à pauta exportadora estadual.

“Esse estudo mostra claramente o potencial exportador do nosso Estado, hoje ainda influenciado fortemente pela mineração e pela agropecuária, mas que ao mesmo tempo demonstra que o canal está aberto para outros produtos. E a bioeconomia, através do vale bioamazônico, certamente ocupará esse espaço e, em breve, com grande destaque. Afinal de contas, o Pará tem investido muito na geração de tecnologia e de inovação para o uso de produtos não madeireiros e da nossa biodiversidade como um todo”, conclui o presidente a Fapespa, Marcel Botelho.

FISCALIZAÇÃO

Sefa apreende lancha, minicarreta, explosivos e etanol no sudeste do Estado

No caso dos veículos, os documentos indicavam um falso destino. Quanto aos explosivos, o ICMS havia sido recolhido a menor. Já o combustível estava sem documentação

Por Ana Márcia Pantoja (SEFA) 



Fiscais de receitas estaduais da Secretaria da Fazenda do Pará (Sefa) apreenderam, no domingo (17), uma lancha e uma minicarreta no valor total de R$ 174.000,00. A apreensão ocorreu na rodovia PA-447, km 15, na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito do Araguaia, sudeste do Estado.

Os documentos fiscais informavam a origem e destino da mercadoria como Goiânia-GO. “Durante a fiscalização, ao analisar os documentos fiscais, foi constatado que as notas fiscais foram emitidas com origem e destino em Goiânia, contudo, verificamos que a carga seria internalizada no município de Parauapebas-PA”, informou o coordenador Renato Couto.

Foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD), no valor total de R$ 43.976,58, em razão da quebra de trânsito, que é quando a nota fiscal informa um local de entrega e a mercadoria vai para outro lugar. O veículo encontra-se retido.

Explosivos – No mesmo dia, no posto fiscal de Barreira do Campo, na rodovia PA-441 km 38, em Santana do Araguaia, foram apreendidos 10.000 kg de explosivos, que saíram de Cezarina-GO, com destino à empresa mineradora em Floresta do Araguaia-PA.

A apreensão ocorreu em atividade fiscal das equipes do Araguaia e da Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito de Belém.

Ao verificar os documentos da carga foi constatado que o ICMS da mercadoria havia sido recolhido a menor. Os fiscais lavraram um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$23.084,24, referente ao imposto e multa.

Etanol – No sábado (16), em Santa Maria das Barreiras, foram apreendidos 15 mil litros de etanol. A carga, avaliada em R$ 76.642,50, saiu do Tocantins (TO) com destino a Redenção (PA).

O condutor do caminhão-tanque que transportava a carga se recusou a apresentar os documentos fiscais da mercadoria e não quis retornar ao posto fiscal de Barreira do Campo, na Rodovia PA-441, km 38. Os fiscais acionaram a equipe da Polícia Militar de Santa Maria das Barreiras, que conduziram o motorista até o posto fiscal.

“Durante a fiscalização foi constatado que não havia a documentação fiscal da mercadoria. Por isso foram lavrados dois Termos de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 26.406,43, por mercadoria desacompanhada de documentação fiscal e por embargo à fiscalização”, explicou o coordenador Renato Couto.

FISCALIZAÇÃO

Fiscais da Sefa apreendem veículo novo em Cachoeira do Piriá e 16 piscinas no Gurupi

Mercadorias circulavam com inconformidades nas notas fiscais referentes ao recolhimento do ICMS

Por Ana Márcia Pantoja (SEFA) 



Na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito do Gurupi, da Secretaria da Fazenda (Sefa), em Cachoeira do Piriá, nordeste paraense, fiscais de receitas estaduais apreenderam um veículo novo no valor de R$ 143.000,00. A ação ocorreu no posto fiscal da Rodovia BR 316, km 280.

O condutor do caminhão cegonha apresentou os documentos fiscais referentes à operação de venda de veículo automotor novo, informando como origem Camaçari/BA e tendo como destino Ananindeua/PA.

“Era uma venda direta ao consumidor. Ao efetuar as pesquisas e análises dos documentos fiscais, constatou-se que não havia sido recolhido o Diferencial de Alíquota do ICMS que é devido nestas operações”, informou o coordenador Gustavo Bozola.

A fiscalização lavrou um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 16.000,00 cobrando imposto e multa.


Piscinas – No dia 17/05, na Coordenação do Gurupi foram apreendidas 16 piscinas  em um caminhão que saiu de Marituba (PA), tendo como destino São Luís (MA).

"Após o início de fiscalização e entrega dos documentos, os servidores perceberam o não destaque do ICMS nas notas fiscais. A legislação estadual obriga o destaque do ICMS em operações de venda interestadual, quando a empresa é do Regime Normal de tributação, caso da empresa remetente”, explicou o coordenador.

A mercadoria, avaliada em R$ 78.877,00,  foi retida e lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$13.992,38, que foi pago e a mercadoria liberada.


FISCALIZAÇÃO

Sefa apreende 13 toneladas de correntes e manilhas em Dom Eliseu

Já em Cachoeira do Piriá, foram apreendidas mercadorias diversas que estavam desacompanhadas de nota fiscal

Por Ana Márcia Pantoja (SEFA) 


Durante fiscalização realizada na quinta-feira (14) pelos fiscais de receitas estaduais da Secretaria da Fazenda do Pará (Sefa), foram apreendidas 13 toneladas de correntes e manilhas, materiais usados em construção civil. A carga, avaliada em R$ 1.274.904,05, saiu de São Paulo (SP) com destino a Tucuruí (PA). Os servidores são lotados na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito do Itinga, no município de Dom Eliseu, nordeste paraense.

“O condutor apresentou nota fiscal emitida com destino à sede da empresa, que fica no Rio de Janeiro (RJ). Mas após as análises com base nos sistemas, os fiscais constataram que a mercadoria tinha como real destino a filial da empresa, localizada no Pará, e que estava com a inscrição estadual suspensa, portanto não poderia comercializar. Foi verificado também o não recolhimento do Diferencial de Alíquota do ICMS (Difal) devido ao estado”, informou o coordenador Rafael Brasil.  

Foi lavrado o Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 264.378,93, cobrando imposto e multa.

Gurupi - Na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito de Gurupi, da Sefa, em Cachoeira do Piriá, no nordeste do estado, fiscais de receitas estaduais apreenderam, também no dia 14, mercadorias diversas no valor de R$ 227.000,00, que saíram de Belém (PA) com destino a Feira de Santana (BA), e estavam desacompanhadas de nota fiscal. 

“A carga era composta por achocolatados, aveia, água de coco e similares, e durante a ação dos fiscais foi constatado que não possuía nota fiscal de trânsito. O transportador portava somente o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDFe), alegando tratar-se de ‘devolução de mercadorias’. Ao ser solicitada a Nota de Devolução, informou que não possuía e apresentou somente uma nota de compra do mês de abril, com origem na Bahia e destino em Roraima”, contou o coordenador Gustavo Bozola.

Por causa do desencontro das informações e a recusa em apresentar documentação fiscal hábil, foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD), com cobrança de imposto e multa no valor de R$ 49.105,15.


FISCALIZAÇÃO

Sefa apreende carga de bebidas escondida sob latas de tinta em Conceição do Araguaia

Mercadoria avaliada em R$ 95 mil tentava entrar no Pará sem o Manifesto de Carga e sem o recolhimento de impostos; multas somam mais de R$ 60 mil

Por Ana Márcia Pantoja (SEFA)



Foto: Divulgação

Na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito do Araguaia, da Secretaria de Estado da Fazenda, (Sefa), localizada na rodovia PA-447, km-15, em Conceição do Araguaia, Sudeste do Estado, fiscais de receitas estaduais apreenderam, nesta quarta-feira (13), 23.760 latas de cerveja, 18.720 latas de energéticos, 600 garrafas de refrigerantes e 2.520 garrafas de coquetel alcoólico. A mercadoria saiu de Goiânia (GO) com destino a Ananindeua (PA).

O valor total das mercadorias é de R$95.973,28. “O condutor de um caminhão apresentou os documentos fiscais contendo tintas acrílicas. A fiscalização resolveu fazer a verificação física do veículo, e foram encontrados, no veículo, além das tintas, cerveja, energéticos, refrigerantes e coquetel alcoólico. Apesar de haver nota fiscal, ela não estava acompanhada do Manifesto de carga (MDFe), na tentativa de entrar no Estado sem o registro e o devido recolhimento do imposto devido”, informou o coordenador Renato Couto.

O manifesto de carga consolida e organiza as informações fiscais e logísticas do transporte de mercadorias, garantindo a validade jurídica da operação. Foram lavrados três Termos de Apreensão e Depósito (TADs), no valor total de R$ 60.707,82, pela falta do recolhimento antecipado do imposto devido e por embaraço à fiscalização.

 

FISCALIZAÇÃO

Sefa apreende 27 toneladas de tungstênio e 15 mil litros de querosene de aviação

A carga de tungstênio foi avaliada em R$ 1,2 milhão e a de combustível em mais de R$ 128 mil

Por Ana Márcia Pantoja (SEFA)



 

Durante fiscalização realizada na terça-feira (12), fiscais de receitas estaduais da Secretaria da Fazenda do Pará (Sefa) apreenderam 27 toneladas de tungstênio. A carga, acondicionada em bags, foi avaliada em R$ 1.215.000,00.

Os servidores são lotados na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito do Araguaia, no Km 15 da Rodovia PA 447, em Conceição do Araguaia.

A mercadoria saiu de São Félix do Xingu (PA) com destino a Santos (SP). O condutor do veículo aproveitou a grande movimentação de caminhões no pátio da unidade fazendária e tentou sair sem passar pela fiscalização, sendo perseguido e interceptado, com o apoio da equipe da Polícia Militar, na saída do Estado.

“Ao retornar ao posto fiscal, a documentação foi verificada e constatado que o documento fiscal era de empresa inscrita em Porto Velho (RO), sendo que o Conhecimento de Transporte eletrônico (CTe) e o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) apresentados tinham como origem o município de São Félix do Xingu (PA). Não foi apresentado nenhum outro documento que comprovasse a origem em Porto Velho (RO), portanto sendo considerado inidôneo o documento apresentado”, explicou o coordenador Renato Couto.

Foi lavrado um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 415.530,00, cobrando imposto e multa.

Querosene de aviação - Fiscalização realizada na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito de Serra do Cachimbo, na Rodovia BR-163, Km 785, em Novo Progresso, sudoeste do Estado, apreendeu, no dia 12, 15.000 litros de querosene de aviação, carga de caminhão-tanque oriundo de Várzea Grande (MT). A mercadoria foi avaliada em R$ 128.158,50.

“A apreensão ocorreu porque a nota fiscal apresentada pelo transportador indicava operação destinada à outra unidade da federação. Contudo, após diligências fiscais, constatamos que o combustível seria internalizado no Estado do Pará para abastecimento de aeronaves. Diante da inconsistência documental verificada e da caracterização de quebra de trânsito, que é quando a nota fiscal informa um local de entrega de mercadoria e a carga vai para outro lugar, foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 43.830,22, referentes ao imposto e multa”, informou o coordenador Maycon Freitas.


FISCALIZAÇÃO FAZENDÁRIA

Secretaria da Fazenda (Sefa) apreende quatro torres de transmissão no valor de R$ 211 mil

A fiscalização lavrou um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) por falta do recolhimento regular ao fisco estadual

Por Ana Márcia Pantoja (SEFA)




Fiscais de receitas estaduais lotados na Coordenação de Controle de Mercadorias m Trânsito do Araguaia, da Secretaria da Fazenda (Sefa), apreenderam quatro torres de transmissão no valor de R$ 211.578,17. A ação aconteceu, na segunda-feira (11), na unidade fazendária da Rodovia PA-447, km 15, em Conceição do Araguaia, sudeste paraense.

"O condutor da carreta apresentou os documentos fiscais referente às torres de transmissão, informando que eram oriundas de Pinhais-PR com destino Nova Lima-MG; porém, a entrega e instalações seriam realizadas em Xinguara, Baião, Curuçá e Abaetetuba-PA", contou o coordenador Renato Couto.  

A fiscalização lavrou um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 72.359,73 por falta de recolhimento do Diferencial de Alíquota de ICMS (Difal), devido ao Estado do Pará, pois o destino da mercadoria seria uma empresa não contribuinte do imposto estadual, localizada no Estado. O valor do Termo de Apreensão foi recolhido e as mercadorias liberadas.

CRESCIMENTO Pará registra superávit de US$ 21,5 bilhões e mantém terceira maior balança comercial do País em 2025 Estudo da Fapespa consolid...